mudanças de figurino



 sussurrava-nos a Taça ao ouvido

família do futebol

PS 1:Concordo, no geral, com as alterações introduzidas pela FPF, embora ache que poderiam ter sido um pouco mais profundas, «protegendo» as equipas dos escalões inferiores em mais uma eliminatória. Tenho dúvidas sobre o modelo das meias-finais a duas mãos – e não foram os 16 mil espectadores em Alvalade, no decisivo Sporting-Nacional deste ano, a convencer-me do contrário. Gostaria, por exemplo, de ver testado um modelo à inglesa, com meias-finais em jogo único, em campo neutro, ao fim de semana, já como preâmbulo à grande festa da final. Mas percebo que há problemas de calendário, acentuados pelo absurdo de uma Liga com 34 jornadas. E também percebo que a cosmética não chega para mudar a nossa relação com a tia.

PS 2Gosto de tias «hippies». Gosto das histórias que a Taça me conta. Concordo que a final tenha um palco permanente e, como ela, exótico. Neste caso, o do Jamor. O que não invalida as preocupações com as condições de segurança e com as dificuldades de organização, acentuadas pela memória dos momentos angustiantes que se viveram há um ano. Lembrá-los é o primeiro passo para evitar que se repitam.