«Fisicamente, nalguns momentos, pode prejudicar. Para que isso não aconteça é preciso saber gerir e ler o jogo, saber a cada momento o que o jogo está a pedir. Há formas de gerir determinados momentos de fadiga, nalguns utilizando a bola, noutros permitindo que o adversário use a bola sem nos causar prejuízo», considerou o treinador leonino.

Paulo Bento lembrou que o líder da prova estaria sempre em vantagem no que respeita à recuperação, mas que as diferenças mesmo em curtos períodos de tempo são inegáveis.

«O F.C. Porto iria ter sempre um dia a mais de recuperação. Não podemos é enganar as pessoas, pois uma equipa ter quatro dias e outra três é diferente de uma ter três e outra dois, as situações não são iguais. Como é que isso se pode superar? Com os argumentos que dei anteriormente, com a gestão do jogo e, acima de tudo, com uma capacidade de superação muito elevada e capacidade mental para sofrer em determinados momentos», defendeu.