O máximo histórico anterior tinha sido atingido na época de 2009/10, quando os merengues conseguiram 87,5 milhões, ajudados pelas vendas de Robben (24), Sneijder (15), Negredo (15), Huntelaar (15), e outros, menos valiosos.

A grande diferença deste ano é o facto de os madridistas terem vendido mais caro do que aquilo que compraram, algo que não aconteceu com Robben, que custou 36 milhões, bem como com Sneijder e Huntelaar que custaram cada um 27 milhões.

Neste mercado de Verão o Real vendeu Higuaín por 37 milhões ao Nápoles, depois de o avançado ter chegado a Madrid vindo do River Plate por 12 milhões. Callejón, que foi comprado ao Espanhol por cinco milhões, foi vendido também ao Nápoles por nove milhões e meio. Aliás, os napolitanos foram os maiores compradores no Bernabéu esta época, onde deixaram um total de 58,5 milhões em troca de Higuaín, Callejón e Albiol.

Ozil, a maior venda de sempre do Real Madrid (45), custou aos cofres merengues 15 milhões de euros, pagos ao Werder Bremen. O médio chega ao Arsenal, sendo a segunda maior compra de sempre na Premier League, apenas atrás de Fernando Torres (58).

Ainda assim, os gastos foram superiores. Gareth Bale (91), Isco (30), Illarramendi (30), Dani Carvajal (6,5) e Casemiro (6), todos juntos atingem os 163,5 milhões de euros gastos por Florentino Pérez, deixando assim o Real com um saldo negativo de 54 milhões.