«Prefiro ter o Quaresma como amigo do que alguns dirigentes. (...) Sou amigo do Quaresma. São censuráveis alguns atos, mas acho que se está a extravasar um pouco e se está a colocar em causa os valores a nível pessoal e profissional», afirmou o dirigente, que salientou ainda: «É um talento nacional que merece estar nos melhores palcos».

À margem do X Congresso de Futebol, que decorre no ISMAI, Joaquim Evangelista fez ainda referência ao atual momento do futebol reafirmando que «o fenómeno do incumprimento salarial é uma realidade», apesar de já haver algumas diferenças na postura dos dirigentes.

«Há muitos clubes que não cumprem atempadamente as suas obrigações. Mas têm feito esse esforço de compromisso com os seus jogadores e vão pagando. Mas os clubes têm de ter consciência de que não podem viver nas circunstâncias em que viviam, e tem de haver maior rigor. Até aqui cometiam-se os atos de gestão danosa irresponsavelmente e agora isso não pode ser feito. Mesmo assim, a postura dos dirigentes é diferente, preferem o diálogo a enfiar a cabeça na areia», disse ainda.