Segundo noticia a Lusa, a chegada dos «castores» a Pedras Rubras desencadeou uma exclamação efusiva, em uníssono, dos apoiantes que se encontravam no aeroporto, envergando as cores amarela e verde do clube: «Nós vamos ao Jamor».

«Uma final não é para jogar, é para ganhar»

Em declarações à agência noticiosa, o presidente do Paços de Ferreira disse que «a presença na final do Jamor é um sonho tornado realidade» para um «clube humilde e modesto». Fernando Sequeira recusou a hipótese da final ser disputada noutro recinto que não o Estádio Nacional: «O apuramento para a final da Taça, a exemplo do que acontece um pouco por todo o lado, tem implícito jogar nesse palco histórico».

O dirigente salientou que o objectivo do clube é bater os «dragões», admitindo a dificuldade de concretizar esse desejo: «As probabilidades são diminutas, mas podemos estar em dia sim e sermos bafejados pela sorte». «Como dizem os jogadores, uma final não é para jogar, é para ganhar», referiu.

«Inédito e histórico»

Pedrinha, um dos protagonistas da conquista desta quarta-feira, descreveu o feito como «inédito e histórico». «É um prémio merecido e acho que, tal como para todos os meus colegas, a presença na final do Jamor é a concretização de um sonho de criança», disse à Lusa.

O autor do terceiro golo do Paços salientou que a equipa está de parabéns no seu conjunto. «Todos nós somos responsáveis por este feito histórico para o clube e que deu uma alegria enorme a todos os pacenses», disse. O treinador da equipa, Paulo Sérgio também sublinhou o trabalho do colectivo dos seus homens na Choupana.