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Suécia: as jogadoras

1
Hedvig Lindahl, Suécia (Getty)

HEDVIG LINDAHL

Data de Nascimento: 29.04.1983
Posição: Guarda-redes
Clube: Atlético Madrid

Lenda do futebol sueco, Lindahl tinha quatro anos quando recebeu as suas primeiras botas, feitas à medida para servirem nos seus pequenos pés. Teve sempre o sonho de se tornar uma das melhores guarda-redes do mundo – e conseguiu.

É a guarda-redes mais internacional de sempre da Suécia – incluindo homens e mulheres – e tem uma medalha de prata no Campeonato do Mundo (ganha em 2003!) e dois segundos lugares nos Jogos Olímpicos.

A nível de clubes, a carreira levou-a da Suécia a equipas de topo em Inglaterra (Chelsea), Alemanha (Wolfsburgo) e agora Espanha (Atlético Madrid). Lindahl não tem medo de falar contra a injustiça social nas suas plataformas e recentemente leiloou uma camisola e doou o dinheiro angariado às vítimas do bombardeamento de uma escola no Afeganistão.

2
Jonna Andersson, Suécia (Getty)

JONNA ANDERSSON

Data de Nascimento: 02.01.1993
Posição: Lateral Esquerdo
Clube: Hammarby

A defesa cresceu em Mjölby, uma pequena cidade com pouco mais de dez mil habitantes, e diz que nunca sonhou ser futebolista profissional. «Acho que foi porque nunca me atrevi a pensar em ser profissional», disse numa entrevista à Vavel.

Mas ela continuou a evoluir e, depois ter chegado ao gigante sueco Linköping em 2009, nunca olhou para trás. Ganhou três campeonatos e duas taças no clube e, depois de recusar o Chelsea por duas vezes, finalmente juntou-se à equipa de Emma Hayes em 2018. Com o clube inglês venceu mais quatro campeonatos. Deixará Londres no verão e já chegou a acordo com o Hammarby, de Estocolmo.

3
Linda Sembrant, Suécia (Getty)

LINDA SEMBRANT

Data de Nascimento: 15.05.1987
Posição: Defesa Central
Clube: Juventus

É agora uma veterana da seleção sueca, com bem mais de 100 internacionalizações desde que se estreou em 2008. Quando crescia em Uppsala, no norte de Estocolmo, ela começou por querer fazer patinagem artística.

No intervalo dos seus muitos sucessos, rasgou por duas vezes o ligamento cruzado anterior, a última delas mesmo em cima dos Jogos Olímpicos de Tóquio, no ano passado. «Foi como uma faca a apunhalar-me o coração», disse ao Footbollskanalen.

Está na Juventus desde 2019 e pode ficar em Itália na próxima época, mas também já disse que estava disponível para um regresso à Suécia e à Damallsvenskan.

4
Hanna Glas, Suécia (Getty)

HANNA GLAS

Data de Nascimento: 16.04.1993
Posição: Lateral Direito
Clube: Bayern Munique

Glas considera-se a melhor lateral direito do mundo, o que não é uma coisa tipicamente sueca para se dizer. Também diz que tem as pernas mais fortes de todas as jogadoras da seleção sueca.

A jogadora de 29 anos bateu-se para regressar depois de três lesões no ligamento cruzado anterior e após a terceira o médico disse-lhe que era melhor deixar de jogar. «O meu médico disse-me que devia parar e claro que comecei a pensar o que devia fazer», disse ao Expressen. «Mas senti que ainda tinha mais para dar e queria ver até onde podia ir, por isso valeu a pena correr o risco.»

Agora joga no Bayern Munique, onde venceu a Bundesliga na primeira época (2020/21).

5
Amanda Nilden, Suécia (Getty)

AMANDA NILDEN

Data de Nascimento: 07.08.1998
Posição: Lateral Esquerdo/Extremo Esquerdo
Clube: Juventus

A lateral/extremo da Juventus começou a carreira na fábrica de talentos sueca do Brommapojkarna, na região de Estocolmo, antes de se mudar para o AIK, um passo natural uma vez que tanto o avô, Jim, como o pai, David, tinham jogado pelo clube.

Depois, a mudança para o Brighton não correu bem. «Era mais duro do que aquilo a que estava habituada e também tive lesões e uma concussão. Tive de ficar num quarto escuro no meu apartamento durante três meses», contou ao Aftonbladet.

O seu conselho para quem está numa situação difícil? «Manter a calma e permanecer sentado no barco. E continuar a lutar. Foi o que eu fiz.»

6
Magdalena Eriksson, Suécia (Getty)

MAGDALENA ERIKSSON

Data de Nascimento: 08.09.1993
Posição: Defesa Central/Lateral Esquerdo
Clube: Chelsea

A capitã do Chelsea cresceu em Estocolmo, onde jogou pelo Enskede IK, um dos maiores clubes suecos ao nível da formação. Diz que futebol «é a coisa mais divertida» que conhece e isso foi claro desde cedo.

Quando cresceu deu aos seus dois porquinhos-da-índia nomes de duas lendas do futebol, Luís Figo e Zinedine Zidane. Também teve um cão chamado “Freddie”, como o internacional sueco Fredrik Ljungberg.

No Mundial de 2019 tornou-se viral a fotografia dela e da companheira, a internacional dinamarquesa Pernille Harder, a beijarem-se, e de um dia para o outro Eriksson tinha 20 mil novos seguidores no Instagram. «Sabia que éramos famosas, mas nunca percebi o impacto que podíamos ter até ao momento em que aquela fotografia foi tirada», disse ao Guardian.

 

7
Emma Kullberg, Suécia (Getty)

EMMA KULLBERG

Nome: Emma Kullberg
Data de Nascimento: 25.09.1991
Posição: Defesa Central/Lateral Esquerdo
Clube: Brighton

O caminho da defesa do Brighton para o topo não foi linear, mas ela diz que fez dela a jogadora que é. Depois de uma ascensão meteórica até chegar em 2012 ao Vittsjö, da primeira divisão sueca, ela debateu-se com ansiedade relacionada com a performance desportiva e com ortorexia, um distúrbio alimentar, e teve de dar um passo atrás para lidar com o problema. «Acho que não teria tomado a decisão sozinha. Mas dava para ver que eu não estava muito bem», disse.

Ela vem de uma verdadeira família de futebol. O pai, Stephan Kullberg, jogou na primeira divisão sueca e a irmã, Sanna Kullberg, é a capitã do Djurgården, na Damallsvenskan. Em 2019 começou uma relação com a também internacional sueca Julia Zigiotti Olme, depois de Sofia Jakobsson as ter juntado. «Já ouviu muitos ‘Obrigados’ desde então», diz Kullberg.

8
Lina Hurtig, Suécia (Getty)

LINA HURTIG

Data de Nascimento: 05.09.1995
Posição: Extremo Esquerdo/Avançada
Clube: Juventus

No verão passado, Lina Hurtig e a sua mulher, Lisa, foram mães pela primeira vez, mas um mês mais tarde Hurtig estava a representar a Suécia nos Jogos Olímpicos de Tóquio. A avançada da Juventus diz que foi uma experiência dura, mas o Facetime ajudou. “Telefono-lhes quando preciso de falar com elas. Se for a meio da noite, paciência”, disse ao Aftonbladet.

Rápida e com bom cérebro futebolístico, Hurtig conquistou o campeonato sueco com o Linköping FC, antes de assinar pela Juventus em 2020. Venceu a Serie A em ambas as épocas em Itália.

 

9
Kosovare Asllani, Suécia (Getty)

KOSOVARE ASLLANI

Data de Nascimento: 29.07.1989
Posição: Médio/Avançada
Clube: Real Madrid

Agora com 32 anos, Asllani teve uma carreira brilhante, jogando em cinco países diferentes (Suécia, EUA, França, Inglaterra e Espanha), e somou mais de 150 internacionalizações pela Suécia. Quando o CD Tacón deu lugar ao Real Madrid em 2020, Asllani foi a primeira contratação ‘galáctica’ do clube.

Em 2015 foi protagonista do livro infantil “Passa a bola, Grita Kosse!”, escrito por Anja Gatu.

Natural de Kristianstad, filha de kosovares, tem uma tatuagem de uma águia de duas cabeças no tornozelo. É uma de várias jogadoras suecas na seleção com duas medalhas olímpicas de prata e um terceiro lugar no Mundial.

10
Sofia Jakobsson, Suécia (Getty)

SOFIA JAKOBSSON

Data de Nascimento: 23.04.1990
Posição: Avançada/Extremo Direito
Clube: San Diego Wave FC

Está agora no San Diego Wave FC, na NWSL, depois de terminar ao fim de apenas seis meses o contrato de três anos com o Bayern Munique. «Não correu exatamente como esperava quando assinei pelo Bayern. Não joguei tanto como queria», disse à SVT.

Teve uma carreira nómada, incluindo passagens por França, Rússia («Aprendi um pouco de russo, mas já esqueci», diz), Alemanha, Inglaterra e Espanha. Estreou-se pela seleção sueca em 2011 e já somou mais de 100 internacionalizações.

Quando lhe perguntaram qual seria o seu talento secreto, disse que era representar.

11
Stina Blackstenius, Suécia (Getty)

STINA BLACKSTENIUS

Data de Nascimento: 05.02.1996
Posição: Avançada
Clube: Arsenal

Marca golos pelo Arsenal e pela Suécia. Mas, curiosamente, sem a ajuda da McDonald’s Blackstenius podia não se ter tornado futebolista. Um dos seus primeiros treinadores admitiu que a levava ao McDonald’s para a convencer a juntar-se à equipa local. «Tivemos de a subornar porque ela não percebia quão boa era, por isso fizemo-lo como uma coisa divertida», contou o treinador ao GP.

Mas ela também podia ter-se tornado jogadora de andebol. Enquanto crescia, jogou tanto futebol como andebol, mas escolheu o primeiro, enquanto a irmã, Nina Koppang, optou pela outra via e representou a Suécia em andebol.

12
Jennifer Falk, Suécia (Getty)

JENNIFER FALK

Data de Nascimento: 26.04.1993
Posição: Guarda-redes
Clube: BK Häcken

A guarda-redes internacional sueca cresceu na zona de Gotemburgo e jogou em clubes em redor da cidade ao longo de boa parte da sua carreira. A companheira de seleção Olivia Schough descreveu Falk como alguém que é muito boa a fazer “piadas de Gotemburgo”, numa entrevista à SVT Sport: «É campeã do mundo no que diz respeito a piadas de Gotemburgo! Às vezes até consegue fazer-me sorrir um bocadinho.» Grande elogio.

Além disso, e de ser muito boa jogadora de futebol, também se aplica na bricolage e nos últimos 18 meses renovou uma casa inteira com a companheira.

13
Amanda Ilestedt, Suécia (Getty)

AMANDA ILESTEDT

Data de Nascimento: 17.01.1993
Posição: Defesa Central
Clube:  Paris Saint-Germain

Amanda Ilestedt cresceu em Sölvesborg, no sul da Suécia. Vem de uma família dedicada ao hóquei no gelo e enquanto crescia jogou hóquei e andebol antes de decidir focar-se no futebol, por volta dos 12/13 anos.

Fez parte da seleção sueca que terminou em segundo lugar nos Jogos Olímpicos de Tóquio mas, curiosamente, não é a única com uma medalha olímpica na família alargada: o primo Oliver Ekman Larsson também foi medalha de prata com a Kronor, a seleção sueca de hóquei no gelo, nos Jogos Olímpicos de inverno de 2014. Ele joga agora pelos Vancouver Canucks, na NHL.

A melhor amiga de Ilestedt na seleção é Zecira Musovic, com quem tem uma página de Instagram a que chamam “Vardagmedoss”.

 

14
Nathalie Bjorn, Suécia (Getty)

NATHALIE BJÖRN

Data de Nascimento: 04.05.1997
Posição: Defesa Central/Lateral Direito/Média Centro
Clube: Everton

Uma de três jogadoras que trocaram o Rosengård pelo Everton em 2021 – junto com Anna Anvegård e Hanna Bennison – Björn reconhece que começou por sentir dificuldades em entender o sotaque de Liverpool. “Tem sido difícil, não percebia uma palavra do que diziam», disse à SVT. “Almoçava com duas jogadoras de Liverpool todos os dias durante a pandemia e elas de repente perguntavam-me alguma coisa e eu dizia ‘o quê?!'»

Conhece a também internacional Filippa Angeldal desde que ambas tinham cinco anos. “Desde crianças que falávamos sobre vir a jogar juntas pela seleção», disse ao Aftonbladet.

15
Rebecka Blomqvist, Suécia (Getty)

REBECKA BLOMQVIST

Data de Nascimento: 24.07.1997
Posição: Avançada
Clube: Wolfsburgo

O nome do primeiro clube em que jogou é “Rössö” e agora essa é também a alcunha da avançada do Wolfsburgo. Foi-lhe posta pela antiga companheira de equipa Lisa Ek.

Em 2019, aos 22 anos, a vida dela ficou em suspenso, quando os médicos lhe descobriram um quisto num dos ovários. Depois de uma cirurgia e testes, disseram-lhe que era cancro. «Uma em três pessoas tem cancro, mas por alguma razão não pensei que fosse acontecer-me a mim», disse à SVT. «De repente não há mais nada a não ser a vida. Não se consegue explicar. O mais difícil é não saber. É a doença que decide.» Voltou ao fim de um ano e os testes têm sido negativos desde então.

16
Filippa Angeldal, Suécia (Getty)

FILIPPA ANGELDAL

Data de Nascimento: 14.07.1997
Posição: Médio
Clube: Manchester City

Conheceu a também internacional sueca Nathalie Björn aos cinco anos e as duas tornaram-se as melhores amigas. Jogavam no Vaksala SK na altura em que o pai de Angeldal, Christer, as treinou. Ganharam juntas o torneio sueco de formação Gothia Cup e o Europeu sub-19 de 2015.

Tendo jogado no Sirius, AIK, Hammarby, Linköping e Häcken, Angeldal conseguiu a sua afirmação internacional nos Jogos Olímpicos de Tóquio, onde foi a única jogadora sueca titular em todos os jogos. Clubes de toda a Europa queriam contratá-la e ela acabou por assinar pelo Manchester City em setembro de 2021.

17
Caroline Seger, Suécia (Getty)

CAROLINE SEGER

Data de Nascimento: 19.03.1985
Posição: Médio
Clube: FC Rosengård

Uma jogadora notável com uma carreira notável. No liceu, Seger andava na mesma turma de Andreas Granqvist. Mais tarde, ambos se tornaram capitães da seleção sueca, Granqvist com os homens e Seger com as mulheres. Seger também é a jogadora com mais internacionalizações de sempre na Suécia, com 229 nesta altura.

Ela parece ter sempre o tempo certo com a bola e parece sempre tomar as decisões certas. Com um percurso de sucesso a nível de clubes, ela procura agora coroar a sua extraordinária carreira com a vitória no Europeu, depois de ter sido segunda nos Jogos Olímpicos, falhando um penálti decisivo na final com o Canadá. «Sinto-me uma merda», escreveu no Instagram no dia seguinte: «Era o dia em que a prata podia transformar-se em ouro e deu tudo errado.»

 

18
Fridolina Rolfö, Suécia (Getty)

FRIDOLINA ROLFÖ

Data de Nascimento: 24.11.1993
Posição: Avançada/Extremo
Clube: Barcelona

Há dois anos, Rolfö marcou pelo Wolfsburgo o golo que eliminou o Barcelona da Liga dos Campeões. Esta época ela fez parte da triunfante equipa catalã que venceu as rivais alemãs por 5-0, perante uma assistência recorde. «Foi fantástico», disse à agência sueca TT. «É mágico quando ouvimos os adeptos cantar e gritar durante todo o jogo. Dá-nos tanta energia, nunca tinha vivido nada assim.»

Segundo Hanna Glas, Rolfö é a jogadora com mais estilo da equipa. «Ela é um bocado diferente e às vezes usa roupa que dá nas vistas», disse Glas ao Aftonbladet. E se perguntarem a Sofia Jakobsson, Rolfö é a jogadora da seleção com o remate mais forte.

Enquanto crescia sonhava em jogar nos maiores palcos e foi inspirada pelas irmãs a jogar futebol.

19
Johanna Rytting Kaneryd, Suécia (Getty)

JOHANNA RYTTING KANERYD

Data de Nascimento: 12.02.1997
Posição: Extremo Direito
Clube: BK Häcken

A extremo de 25 anos falhou os Jogos Olímpicos – e admite que ficou destroçada quando soube – mas respondeu de forma magnífica e tornou-se uma jogadora importante para a Suécia.

Em 2020 assinou pelo campeão sueco, o Kopparbergs/ Göteborg FC, apenas uma semana antes de o clube se extinguir. Depois, o clube renasceu como Häcken. «Foi muito estranho e foram dias duros, mas logo que surgiu a solução com o Häcken tive um bom pressentimento», disse Johanna ao Stadium.se. O Häcken foi segundo no campeonato em 2021.

20
Hanna Bennison, Suécia (Getty)

HANNA BENNISON

Data de Nascimento: 16.10.2002
Posição: Médio
Clube: Everton

Cresceu nos arredores de Malmöe e é a mais jovem jogadora da Suécia no Europeu. Em 2021 foi considerada a melhor jovem do mundo pelo site goal.com.

Nesse ano, quando a Suécia se preparava para defrontar a Austrália, Bennison deixou o estágio para ir à cerimónia de formatura no liceu. «Valorizo muito a seleção, mas só nos formamos uma vez», disse ao Aftonbladet. «Acho que foi a melhor decisão.» O selecionador, Peter Gerhardsson, apoiou a escolha. “Espero que ela se divirta tanto como eu me diverti”, disse.

21
Zecira Musovic, Suécia (Getty)

ZECIRA MUSOVIC

Data de Nascimento: 26.05.1996
Posição: Guarda-redes
Clube: Chelsea

A única de quatro irmãos a nascer na Suécia. A sua família vem da cidade sérvia de Prijepolje, perto da fronteira com a Bósnia, mas fugiu para a Suécia antes de ela nascer para escapar à guerra na Bósnia.

Musovic cresceu na Suécia e pensava em dedicar-se ao ténis de mesa, antes de se apaixonar pelo futebol. Começou como jogadora de campo, mas estreou-se como sénior aos 13 anos pelo Stattena IF. Assinou o primeiro contrato profissional em 2015 com o FC Rosengård, onde jogou com Amanda Ilestedt, com quem partilha uma conta no Instagram chamada «vardagmedoss», onde elas publicam imagens de bastidores quando estão juntas.

Gosta de experimentar coisas novas, desde fazer pão a pintar, e também não tem medo de comentar nas redes sociais temas como a guerra na Ucrânia ou a igualdade salarial.

22
Olivia Schough, Suécia (Getty)

OLIVIA SCHOUGH

Data de Nascimento: 11.03.1991
Posição: Extremo Esquerdo
Clube: FC Rosengård

Uma experiente avançada que joga agora no FC Rosengård, o seu quinto clube na Suécia. Chegou ao clube em 2021 e venceu logo o campeonato.

Em 2015 falou sobre a perda da mãe para o cancro, seis anos antes, e revelou que ela própria tem o mesmo gene. «Recomendaram-me que removesse os seios e o útero, mas não vou fazer algo tão drástico nesta altura», disse ao Aftonbladet. Faz check-ups regulares e é uma orgulhosa embaixadora do “Cancerfonden”, uma organização sueca que dá apoio financeiro, primordialmente, a investigação para «vencer o cancro».

23
Elin Rubensson, Suécia (Getty)

ELIN RUBENSSON

Data de Nascimento: 11.05.1993
Posição: Médio
Clube: BK Häcken

Jogava no Kopparbergs/Göteborg, antes de o clube subitamente se extinguir no final de 2020, tendo sido depois absorvido pelo Häcken. Por essa altura Rubensson foi mãe de Frans, o que levou o clube de Gotemburgo a rever a sua política de maternidade.

A irmã de Rubennson, Cajsa, é 11 anos mais nova, mas também joga na Damallsvenskan, pelo Rosengård. Elas esperam jogar juntas um dia. «Sempre dissemos que seria bom trabalharmos para um dia virmos a jogar juntas na Damallsvenskan», disse ao GP.

Em novembro de 2021, Rubensson marcou na vitória frente ao Benfica (1-0) o primeiro golo de sempre do Häcken na Liga dos Campeões.

Textos originais de Amanda Zaza, do Fotbollskanalen

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